Gosto muito da Sara Sampaio, é boa energia, sem maneirismos
de estrela e com uma carreira com pilares cada vez mais fortes. É o rosto da
Calzedonia, tem uma carreira internacional consolidada. Acabou de ganhar, para
mim, de forma muito justa, o Globo de Ouro para melhor modelo feminina de 2011.
Por isso, quando vi as fotos da Vogue Espanha não pude deixar de partilhar
convosco. Uma produção que retracta o olhar mais sexy e provocador desta modelo
que têm ainda cara de menina.
Terça-feira, 29 de Maio de 2012
Homem nu come a cara de outro
As coisas dos homens já raramente
me espantam. Menos ainda as que têm que ver com a maldade. Parece que há uma
sombra negra sempre pronta a passar nos ossos das mãos daqueles que se querem
vangloriar da racionalidade. E se há momento em que passamos a vermes, a nada
que atrapalha o mundo, é quando deixamos de saber onde fica o bem e o mal.
Quando deixamos sequer de pensar porque o pensamento se toldou, porque passou
ao tempo da psique nublada das coisas que são oco. Quando os homens se passam a
comportar como neblinas do que foi gente, vem a vergonha, vergonha de sermos
homens, tão frágeis, no fio da navalha, a um passo do absurdo.
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Escritas e divagações
Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
Última aquisição Gosh
Uso primer para tudo e mais alguma coisa, chegou a vez de comprar um para os lábios. Ainda está em fase de teste, mas parece-me que faz com que os lábios fiquem mais sedosos e com isso a aplicação do batom seja mais fácil e a camada fique mais homogénea.
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maquilhagem
Sábado, 26 de Maio de 2012
Os senhores que vendem a Depuralina acreditam mesmo que pôr uma animadora de rádio a perguntar a uma “Dr. Lamunerríiiiii” os efeitos do creme contra a celulite torna a coisa extremamente credível? É que eu não fico convencida com explicações dadas por “Dr.Lamunerríiiiii”. Primeiro porque o nome soa a pequeno electrodoméstico de cozinha, depois porque o seu nome afrancesado não condiz com a voz mais portuguesa de Portugal que a senhora tem. Se fosse a Dr. Maria Antonieta a falar eu ainda pensava duas vezes, assim não consigo.
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Escritas e divagações
Revista Saber Viver
Desde a adolescência que compro,
frequentemente, revistas de saúde, nutrição, desporto. Foram temas que sempre
me interessaram. Costumo comprar várias revistas sobre estes temas, uma delas a
Saber Viver. Como já devem saber, esta revista sofreu uma remodelagem e, por
isso mesmo, fiquei com muita curiosidade para espreitar a nova roupagem, o
número de Junho. Surgiram-me, imediatamente, vários pontos a favor, sendo que o
mais notável é que a revista se tornou muito mais feminina e transversal no que
toca a abordar os temas que interessam às mulheres. É, nitidamente, uma revista
a pensar em mulheres reais, com dicas de maquilhagem simples, de como usar
certas peças de roupa ou fazer aquele penteado sem sair de casa. Com uma forma
de comunicação mais blogosféria, se é que assim se pode dizer, de pessoas reais
a comunicar com pessoas reais (longe do fetichismo Vogue ou Elle). Tem os
preços de tudo, uma coisa que interessa sempre a todas as mulheres que têm de
fazer ginástica com o orçamento para comprar mais um “miminho” para o closet.
Tem muitas soluções “bom, bonito e barato”, como se quer. A moda está muito
mais presente nesta nova vida da revista e muito se deve ao bom trabalho da
Pureza, conhecida pelo seu Fashion Rules, e agora editora de moda da revista.
Apesar desta mudança, os temas saúde, alimentação, exercício, continuam lá, mas
agora inseridos numa revista muito mais leve, colorida e que, sem dúvida, vai
interessar a um público mais vasto.
Sexta-feira, 25 de Maio de 2012
O fim-de-semana começa mesmo à sexta?
Às vezes, fico com a leve
sensação que o fim-de-semana não nasce com o resvalar da sexta-feira, mas que é
algo que começa antes, no dia anterior. Parece que à sexta-feira já está tudo a
meio gás, em velocidade caracol, com cara de quem não tem vontade de fazer
nenhum. Hoje foi um desses dias. Quando, à hora de almoço, me dirijo para tomar
uma refeição nas cantinas deparo-me com a informação “fechado para descanso do
pessoal”. Arranja-se alternativa, o cantinho das sandes, mesmo ali ao lado. Queria
uma sopa. Não havia. Opto por comer, apenas e só, a dita sandes. Pedi
vegetariana, mas não havia salada suficiente para que lhe pudessem chamar tal
coisa. Frango? Também não havia. Pronto, queijo e fiambre e negócio fechado.
Sumo, qual escolher? Ah, pois, só havia um sabor. Isto tudo com uma fila
interminável, antes e depois de mim. E oito pessoas enfiadas num cubículo a
fazer não sei o quê. Na Pans costumam estar duas a dar conta do recado. Mas já
me esquecia… as cantinas são sector público, paga o estado, ninguém controla.
Ninguém controla se trabalham, se trabalham bem, se há ingredientes para fazer
coisinhas para vender, essas miudezas.
Entretanto, vou em busca de
fotocópias, passatempo a que muito me dedico. Fechado. O fim-de-semana já tinha
começado.
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Escritas e divagações
É como diz o outro
Ontem, o Teatro Académico Gil
Vicente encheu para rir com Miguel Guilherme e Bruno Nogueira que apresentaram
a peça É como diz o outro, uma adaptação da rubrica com o mesmo nome, escrita
por Henrique Dias e Frederico Pombares, exibida no programa 5 para a meia-noite,
nos tempos em que este programa morava na RTP2. Os textos foram readaptados e
agora são interpretados por Miguel Guilherme e Bruno Nogueira numa excelente
cenografia de José Pedro Penha. O humor físico de Bruno Nogueira é, sem dúvida,
um dos elementos chave da peça. Os textos, cuja adaptação lhes conferiu um
encadeamento muito engenhoso, são sobre as conversas de dois amigos e colegas
de trabalho, dois gajos, vá e a profundidade das suas conversas. Teorias da
treta e piadolas sexistas daquelas que só um grupo de homens entende que se tenham.
Mas que naquele contexto nos podem roubar umas valentes gargalhadas. Um divertido
trabalho de Bruno Nogueira e de Miguel Guilherme. O cenário, como disse, é
outra das mais-valias da peça, uma vez que nos transporta de facto para o andar
de um prédio de uma qualquer movimentada cidade onde os escritórios se invadem
de “esforçados” profissionais.
Para os interessados, podem ver a peça até 1 de Julho,
no Casino de Lisboa.
Quinta-feira, 24 de Maio de 2012
Passatempo "Um lugar para maquilhar"
Como eu quero o melhor para a vossa maquilhagem, eis um sítio onde ela pode viver feliz e confortável.
Para ganharem este organizador em acrílico preto só têm de seguir os passos do costume:
- Fazer like no facebook da Escriva de saltos altos
- Seguir o blog, aqui
- Deixar um comentário com o vosso nome de seguidor e mail
- E partilhar, o que vos dá direito a uma entrada extra (façam, por favor, um comentário com o link de divulgação!)
Poderão participar até dia 10 de Junho.
Boa sorte!
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Passatempo
Quarta-feira, 23 de Maio de 2012
Vamos organizar a maquilhagem?
Vocês sabem, eu sou uma pessoa de organização. E também uma apaixonada por batons em particular e maquilhagem em geral. Pois bem, contem-me tudo, como é a vida da vossa maquilhagem aí por casa? Arrumadinha ou em grande confusão numa qualquer gaveta? Gostavam de ter uma ajudinha no que toca a organização?
Ai, os homens!
O meu homem é um fofinho, mas esta música não pode deixar de me fazer rir.
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Música
A palavra sogra
A palavra sogra tem um peso
extraordinário. Criou-se um estigma em torno desta palavra, contam-se
histórias, anedotas, fazem-se caricaturas, enfim. Na verdade, ao meu redor
conheço pessoas que se dão lindamente com as sogras, mas também encontro casos
de verdadeira batalha campal. Na maioria das vezes, para ele a sogra é chata,
para ela, a sogra é uma bruxa malvada que veio ao mundo para lhe infernizar a
vida. Acho que muitas vezes tudo se resume a ciúmes, as mães deles, que criaram
o menino, sentem que elas lhes roubaram a cria. As mães delas queriam continuar
com a filha ao colo e querem estar sempre lá em casa para dar uma mãozinha.
Ora, isto na vida de um casal pode ser muito complicado de gerir. A sogra é mãe
de um deles, é mãe e, por muito mau feitio que possa ter, isso tem de ser
sempre respeitado. Mas, de facto, quando me relatam casos de verdadeira
intromissão na vida do casal, acredito que não passar ao mau ambiente seja
mesmo quase inevitável. O que me faz imensa confusão!
A minha grande convicção é que
quando um casal se casa, vai morar junto, a família do outro passa a ser um
bocadinho nossa. E logo durante o namoro se vai percebendo que tipo de relação
se está a construir com a família do outro. Não quero acreditar que seja o
casamento que mude seja o que for. Por isso, tenho mesmo pena que a sogra
represente uma pessoa com quem não se conseguiu construir qualquer empatia e, a
nora ou o genro, alguém que não se pode nem ver. Mas de facto, existem
situações assim, a visita semanal é um sacrifício e rapidamente passa a
quinzenal ou mensal. Tudo o que uma ou outra fazem está mal feito, há desdém nas
coisas que se dizem. Um cansaço!
Da minha parte, a palavra sogra
não tem nada de negativo associada, muito pelo contrário, é algo que digo com
orgulho e satisfação. Tive sorte. Acho que o meu namorado também, modéstia à
parte.
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Escritas e divagações
Terça-feira, 22 de Maio de 2012
Amigos improváveis, um filme de Olivier Nakache e Eric Toledano
É um filme sobre a amizade, sobre
uma amizade, aparentemente, improvável. Mas é muito mais que isso.
Um filme sobre o que a vida nos
ensina, quando menos esperamos, como se nos lê-se um discurso onde nos explica
como tudo é simples, como mesmo nas maiores adversidades há uma janela a
abrir-se para um dia de Sol.
Philippe, é um homem riquíssimo,
mas tetraplégico, apertado a uma cadeira e a dias inteiros de pessoas a
auxiliarem-lhe a vida.
Driss, é um rapaz a viver numa
casa com muitas pessoas e pouco dinheiro, num meio onde o acesso a opções
ilegais está muito facilitado, onde as famílias disfuncionais nem sempre são
capazes de amparar o caminho dos seus filhos
Dois caminhos em paralelo, com
aparente impossibilidade de se tocarem.
E quanto se encontram, um emprego
transforma-se numa partilha imensa. Philippe vai descobrir, com Driss, que tem
o coração demasiado vivo para ficar, para sempre, preso à agonia de uma
cadeira. Driss, ensina-lhe que os arrepios estão nas coisas simples e que com elas
somos capazes de reconstruir vidas inteiras.
Amigos improváveis é um filme
para nos fazer gargalhar como poucos são capazes, é um riso das coisas boas da
vida, daquelas a que todos damos verdadeiro valor. É um filme para nos roubar
uma lágrima, uma lágrima boa, que vem das amizades verdadeiras, estampadas em gestos
de bondade de quem gosta verdadeiramente do outro, porque lhe quer bem, porque
fica feliz com o coração do amigo em sorrisos. Um filme obrigatório, para ver e
rever. Baseado numa história verídica.
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